O Alquimistinha
O pequeno alquimista ao ver a água de um pequeno percurso de água indagou a se próprio.
- Como é bela a natureza! No momento da afirmação, o Alquimistinha não viu apenas a água. Ele viu um solvente, capaz de levar consigo para lugares muito distantes, uma incontável quantidade de substâncias. Confessa ele que tentou contar as moléculas dos sais iônicos dissolvidos na água, após imaginar a presença de cloretos, sulfatos, carbonatos, e uma série de cátions e ânions que vieram a sua mente. Seu conhecimento a respeito da capacidade da água, não foi suficiente para dizer todas as substâncias e tão pouco a quantidade de moléculas. Talvez tal pensamento, ocorreu depois de ler o rótulo de uma garrafa de água mineral onde cloretos, sulfatos e carbonatos são citados44. Depois da frustação de não poder afirmar o número de moléculas, bem como de substâncias, presentes na água do pequeno percurso de água, o Alquimistinha se segurou no fato da formação da mistura homogênea. A água ali simplesmente estava ao dissolver as substâncias formando uma solução.
-Engraçado! Pensou o Alquimistinha. No percurso de água existe também areia no seu fundo, gravetos, quando está chovendo, observa-se a mudança de cor. O amarelo do barro, carreado pela água, mostram que essas substâncias não foram dissolvidas na água. Há! Disse o Alquimistinha, no percurso de água é possível ver também as misturas heterogêneas.
Nesses dois contrastes encontrados na natureza, o Alquimistinha pensou que a combinação e organização dos átomos nos possibilita ver que um pequeno percurso de água a química é capaz de mostrar pelo menos dois conceitos da química.
